
Aposentados e pensionistas do INSS precisam ficar atentos a uma regra importante: ter biometria cadastrada no banco — seja impressão digital ou reconhecimento facial — não garante que a prova de vida está em dia. Os dois procedimentos têm finalidades diferentes e confundi-los pode resultar em problemas no pagamento do benefício.
O INSS realiza a verificação por conta própria, cruzando informações de diferentes bases de dados para confirmar se o beneficiário continua vivo. Quando não consegue confirmar a situação por esses registros, o órgão comunica o segurado e orienta sobre como regularizar a pendência.
O cadastro biométrico registra características físicas — como digital e imagem do rosto — usadas para reconhecer uma pessoa em bancos, órgãos públicos e serviços digitais. Já a prova de vida tem outro objetivo: confirmar que o titular do benefício previdenciário está vivo, com base em registros de atividades recentes em bases oficiais e de instituições conveniadas.
Por isso, uma fotografia ou impressão digital armazenada há vários anos no sistema não comprova, por si só, a situação atual do beneficiário. A biometria só entra como parte válida da prova de vida quando utilizada em um procedimento específico de reconhecimento, como a validação facial disponibilizada nos canais oficiais do INSS.
A orientação é sempre consultar a situação e regularizar eventuais pendências antes que elas afetem o recebimento do benefício.
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