
A parcela de petróleo que cabe ao governo federal nos contratos do pré-sal cresceu 86,3% na comparação com o mesmo período do ano anterior e alcançou 313 mil barris por dia em agosto de 2026. Os dados foram divulgados pela PPSA, a Pré-Sal Petróleo S.A., estatal responsável por gerir esses contratos, em boletim publicado na segunda-feira, 19 de outubro de 2026. Na comparação com julho deste ano, houve queda de 4,5%.
Do total de 313 mil barris diários, 285 mil correspondem à parcela da União nos contratos de partilha de produção, que abrangem 9 contratos e 4 Acordos de Individualização da Produção. O campo de Mero foi o principal responsável, respondendo por mais de 75% desse volume.
No gás natural, a fatia do governo nos contratos de partilha ficou em 430 mil metros cúbicos por dia, com contribuição relevante dos campos de Búzios e Sépia. Somando também os acordos de individualização, o total chegou a 627 mil metros cúbicos diários, alta de 10,19% frente a julho.
Nos Acordos de Individualização da Produção, a produção de petróleo foi de 36 mil barris por dia, com a parcela da União em 28 mil barris. No gás, a participação do governo chegou a 197 mil metros cúbicos por dia, alta de 23%, influenciada pelo campo de Tupi.
Desde 2017, a produção acumulada no regime de partilha atingiu 1,93 bilhão de barris, sendo 167,22 milhões de barris a fatia total da União nesse período.
Fonte: Poder360




